Os Deputados do PSD eleitos pelo círculo de Braga: Dr. Fernando Negrão, Dr. Nuno Reis, Dr. Emídio Guerreiro, Dr.ª Clara Marques Mendes, Dr. Jorge Paulo Oliveira, Dr. João Lobo e Dr. Hugo Soares, estiveram hoje em Cabeceiras de Basto, acompanhados pelo Dr. Agostinho Silva, da Comissão Política Distrital, para, em cooperação com a CPS de de Cabeceiras de Basto, analisarem as questões da Educação e o início do ano lectivo.
Os Deputados foram recebidos pelo Director do Externato S. Miguel de Refojos, Monsenhor José Augusto, que os guiou numa visita às instalações e
depois reuniram numa sessão de trabalho, no sentido de aprofundar o conhecimento da realidade deste estabelecimento de ensino do sector particular.
Seguiu-se uma visita à nova Escola Básica e Secundária de Cabeceiras de Basto, onde a Directora do Agrupamento de Escolas, Dr. Céu Caridade, fez o balanço do início do novo ano lectivo.
No final das visitas, o Dr. Emídio Guerreiro concedeu uma entrevista à Rádio Voz de Basto.
Duas visitas que serviram para um melhor conhecimento da realidade local, de confirmação de um início de ano lectivo sem a conflitualidade e os problemas que marcaram os últimos anos da governação socialista e o cumprimento da promessa eleitoral de proximidade para além do período eleitoral.
A Comissão Política de Secção congratula-se com o êxito desta visita e espera que iniciativas deste tipo se repitam, em benefício de Cabeceiras de Basto e dos Cabeceirenses.
Este é o sítio da Secção do PSD de Cabeceiras de Basto, espaço de informação e debate.
terça-feira, 4 de outubro de 2011
terça-feira, 27 de setembro de 2011
Deputados visitam Escolas de Cabeceiras
Depois do adiamento da visita dos senhores Deputados às Escolas de Cabeceiras de Basto, por motivo do falecimento da mãe do Dr. Emídio Guerreiro, está marcada agora a visita para a próxima terça-feira, dia 4 de Outubro, com o seguinte programa:
14H30 - Visita ao Externato S. Miguel de Refojos
16H00 - Visita ao Agrupamento de Escolas de Cabeceiras de Basto - escola Básica e Secundária
17H30 - Declarações à comunicação social.
Com esta visita querem auscultar as realidades locais e aferir do início do ano lectivo.
14H30 - Visita ao Externato S. Miguel de Refojos
16H00 - Visita ao Agrupamento de Escolas de Cabeceiras de Basto - escola Básica e Secundária
17H30 - Declarações à comunicação social.
Com esta visita querem auscultar as realidades locais e aferir do início do ano lectivo.
domingo, 25 de setembro de 2011
SECRETÁRIO DE ESTADO DO EMPREGO FEZ MARATONA DE TRABALHO EM BRAGA A CONVITE DA DISTRITAL DO PSD
Pedro Silva Martins reuniu com observatório do emprego, com empresários, sindicalistas, políticos e dirigentes locais durante cerca de seis horas
Numa verdadeira maratona de trabalho que durou cerca de seis horas, a convite da Comissão Política Distrital de Braga do PSD, o secretário de estado do emprego, Pedro Silva Martins, participou em vários encontros com dirigentes locais, estruturas do PSD e outros protagonistas regionais do Distrito de Braga, começando por ser recebido pelo Presidente da Distrital, Paulo Cunha, e pelo Observatório do Emprego.
A Comissão Política Distrital de Braga do PSD criou no ano passado um Observatório de Emprego que tem desenvolvido um importante trabalho de investigação e diagnóstico agora transmitido e debatido com o Governante durante um encontro que decorreu numa unidade hoteleira na cidade de Braga. O secretário de estado do emprego classificou como muito importantes as informações que lhe foram transmitidas, prometendo não apenas ter em conta a realidade que lhe foi comunicada na sua ação governativa como também,“transmitir aos colegas de outras secretarias de estado e ministérios alguns dados importantes, soluções e preocupações que daqui levo hoje”.
Logo após este primeiro encontro, Pedro Silva Martins, que já foi investigador convidado do Banco de Portugal, consultor do Instituto Nacional de Estatística e que antes de aceitar integrar o Governo liderado por Pedro Passos Coelho era professor universitário de Economia Aplicada na Universidade de Londres, encontrou-se com empresários, autarcas e dirigentes associativos e sindicais bem como com outros atores económicos do Distrito. Durante várias horas, o secretário de estado pode trocar impressões com os convidados que lhe fizeram um retrato lúcido e completo da economia da região e do emprego. “Devo felicitar a distrital de Braga do PSD por esta iniciativa, abrindo-se sem qualquer receio aos que possam contribuir para melhorar o nosso nível de conhecimento, mesmo sendo de áreas políticas muito distintas da nossa. Tratou-se realmente de um contributo muito importante e enriquecedor”, afirmou.
A visita do Secretário de Estado terminou com um jantar com deputados, um eurodeputado, representantes da JSD e outros dirigentes locais e regionais do PSD onde foi debatida a situação política e económica do Distrito de Braga.
Paulo Cunha, presidente da distrital de Braga, estava também satisfeito pela forma como decorreram os encontros. “O secretário de estado do emprego foi o primeiro Governante a visitar-nos desde que o novo Governo tomou posse. Foi uma jornada de trabalho muito intensa mas que julgo ter sido muito útil. O senhor secretário de estado sai de Braga com um retrato tão perfeito quanto possível da situação económica do distrito, das dificuldades dos empresários, da situação real do emprego e das preocupações dos mais diversos setores”, aludiu, deixando o desafio: “quando quiser mergulhar no Portugal real e tirar uma fotografia total ao estado do emprego e da economia de uma região, venha por favor a Braga”.
A maioria dos intervenientes felicitou Paulo Cunha pela iniciativa e elogiou a coragem com que a distrital de Braga do PSD tem sabido abrir o partido e contar com os contributos de todos, mesmo dos que não pertencem à área social democrata, mas representam as vontades e preocupações das pessoas, dos trabalhadores e dos diversos agentes económicos e sociais.
sábado, 24 de setembro de 2011
Emprego em debate
O Secretário de Estado do Emprego esteve hoje em Braga, num jantar debate, no qual participaram os representantes dos vários concelhos do distrito.
Relativamente a Cabeceiras de Basto foi abordado o problema do elevado desemprego e da necessidade de se valorizar as potencialidades locais, através de projectos vocacionados para a nossa realidade.
Relativamente a Cabeceiras de Basto foi abordado o problema do elevado desemprego e da necessidade de se valorizar as potencialidades locais, através de projectos vocacionados para a nossa realidade.
quinta-feira, 22 de setembro de 2011
O financiamento das AEC
Ao contrário de outros anos, o ano lectivo começou com normalidade.
O Ministro da Educação teve o bom senso de não fazer alterações de última hora no arranque do ano escolar, permitindo assim que o processo do seu lançamento, se executasse sem sobressaltos.
Mais ainda, serenou os ânimos com os acordos sobre a avaliação dos professores e com as escolas privadas.
Em pouco mais de dois meses, resolveram-se situações que incendiavam as escolas e os professores há anos.
É natural, como o foi no passado, que há problemas pontuais: alguns erros de colocações, horários desajustados, falta de colocação de professores, que terão a sua resolução.
Sobressai ainda o problema do desemprego dos professores, mas isso decorre fundamentalmente do contínuo aumento do número de professores e da diminuição acentuada do número de alunos e de turmas. Este sim é um problema..
E como isto até está calmo, nada melhor do que criar confusão.
E vai daí, anda-se pelas escolas a atemorizar os pais com a hipótese de encerrar as AEC, porque não estará assegurado o seu financiamento.
Enquanto as câmaras recebiam mais e pagavam menos, nunca ninguém disse nada. Os professores resignavam-se a receber abaixo do previsto e as crianças não tinham os materiais a que tinham direito. Mas nessa altura nada era preciso comunicar aos pais..
Agora que as câmaras receberam tudo quanto tinham direito para a execução deste projecto e foi afirmado pelo Ministro da Educação que para o presente ano tudo se mantinha, põe-se em causa este serviço.
É pois imperioso realçar-se duas coisas: o Ministério da Educação já pagou o que tinha a pagar; o Ministério da Educação já assegurou que este ano as AEC se mantinha nos termos anteriores.
Não há motivos para estes alarmes.
Seria melhor começar uma discussão séria sobre a forma como funcionam as AEC, o seu horário e a sua integração no âmbito da gestão das escolas.
Isso, sim, contribuiria para melhorar um serviço necessário, com ganhos educativos e até económicos.
Algumas autarquias já estão nesse processo. Outras preferem a confusão.
O Ministro da Educação teve o bom senso de não fazer alterações de última hora no arranque do ano escolar, permitindo assim que o processo do seu lançamento, se executasse sem sobressaltos.
Mais ainda, serenou os ânimos com os acordos sobre a avaliação dos professores e com as escolas privadas.
Em pouco mais de dois meses, resolveram-se situações que incendiavam as escolas e os professores há anos.
É natural, como o foi no passado, que há problemas pontuais: alguns erros de colocações, horários desajustados, falta de colocação de professores, que terão a sua resolução.
Sobressai ainda o problema do desemprego dos professores, mas isso decorre fundamentalmente do contínuo aumento do número de professores e da diminuição acentuada do número de alunos e de turmas. Este sim é um problema..
E como isto até está calmo, nada melhor do que criar confusão.
E vai daí, anda-se pelas escolas a atemorizar os pais com a hipótese de encerrar as AEC, porque não estará assegurado o seu financiamento.
Enquanto as câmaras recebiam mais e pagavam menos, nunca ninguém disse nada. Os professores resignavam-se a receber abaixo do previsto e as crianças não tinham os materiais a que tinham direito. Mas nessa altura nada era preciso comunicar aos pais..
Agora que as câmaras receberam tudo quanto tinham direito para a execução deste projecto e foi afirmado pelo Ministro da Educação que para o presente ano tudo se mantinha, põe-se em causa este serviço.
É pois imperioso realçar-se duas coisas: o Ministério da Educação já pagou o que tinha a pagar; o Ministério da Educação já assegurou que este ano as AEC se mantinha nos termos anteriores.
Não há motivos para estes alarmes.
Seria melhor começar uma discussão séria sobre a forma como funcionam as AEC, o seu horário e a sua integração no âmbito da gestão das escolas.
Isso, sim, contribuiria para melhorar um serviço necessário, com ganhos educativos e até económicos.
Algumas autarquias já estão nesse processo. Outras preferem a confusão.
segunda-feira, 19 de setembro de 2011
Cancelamento de Visita às Escolas do Concelho
Em virtude do falecimento da mãe do Dr. Emídio Guerreiro, foi cancelada a visita que o mesmo faria hoje aos estabelecimentos de ensino de Cabeceiras de Basto, conjuntamente com outros Deputados do PSD eleitos pelo círculo de Braga.
Oportunamente será dado conhecimento da nova data de realização desta iniciativa.
A CPS, em seu nome e no de todos os companheiros de Cabeceiras de Basto, expressa ao amigo e companheiro Dr. Emídio Guerreiro, e a toda a Família, as mais sentidas condolências.
Oportunamente será dado conhecimento da nova data de realização desta iniciativa.
A CPS, em seu nome e no de todos os companheiros de Cabeceiras de Basto, expressa ao amigo e companheiro Dr. Emídio Guerreiro, e a toda a Família, as mais sentidas condolências.
sábado, 17 de setembro de 2011
DISTRITAL DO PSD DE BRAGA SATISFEITA COM TRABALHO DO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO NO ARRANQUE DO ANO LECTIVO
Paulo Cunha, presidente
da Distrital, congratula-se pela forma como as aulas se iniciaram
A Comissão Política Distrital de
Braga do PSD considera que, apesar do pouco tempo de que dispôs o Governo para
preparar o arranque do ano lectivo, e apesar de algum alarmismo lançado por
algumas organizações sindicais, o início das actividades escolares no distrito
estão a decorrer de uma forma serena e competente, marcado uma diferença em
relação a anos anteriores.
Paulo Cunha, presidente da Distrital
de Braga, recorda que “o início de um ano lectivo é um
momento de grande complexidade e onde se convoca a participação de praticamente
toda a comunidade. De facto talvez não exista nenhum acontecimento que envolva
tão grande número de pessoas e de sectores da nossa sociedade, como sucede com
o início do ano escolar”, lembra.
Para o responsável distrital do PSD, “o arranque do ano escolar envolve grande
complexidade, porque fixa novas rotinas para alunos, encarregados de educação e
professores e que os vincula a um itinerário que se prolongará por um ano
lectivo”, acrescentando que “costuma ser também um momento tradicionalmente
caracterizado por controvérsia, por decisões casuísticas, por contestação e, em
suma, por grande instabilidade, com graves consequências no quotidiano de
milhões de famílias portuguesas”.
A Comissão Política Distrital de
Braga do PSD regista, com especial apreço, uma salutar quebra com essa terrível
tradição de conflito e o início de uma política que privilegia a estabilidade e
a previsibilidade ao tumulto e ao casuísmo do passado. Para Paulo Cunha, “o Governo e muito concretamente o Ministério da
Educação, em funções há pouco mais de dois meses, pode não ter conseguido
acordos com associações de classe e sindicatos, mas obteve crédito de confiança
junto de todos os agentes que integram a comunidade educativa, o que lhe
permitiu introduzir profundas reformas sem que isso tenha feito repetir
episódios a que os portugueses estavam habituados, com manifestações na rua e
cadeados na porta das escolas”
O presidente da Distrital vai ainda
mais longe, afirmando que “todos devemos ser alertados para
uma situação de emergência a que a comunidade educativa não será indiferente e
não era mais possível manter um status
quo que hipotecava de forma
irreversível o futuro das novas gerações”, lembrando contudo que “não
existe nenhuma poção mágica que nos limpe o horizonte, nem podemos repetir
erros do passado, antes se exige que todos se sintam convocados para a
participação na solução.”
A Distrital de Braga saúda por isso
muito particularmente os professores, os pais e os autarcas que, com enorme sentido
de responsabilidade, souberam perceber a situação em que o país se encontra e
preferem pugnar pela procura de uma solução ao refúgio na crítica fácil. “Bem sabemos que é preciso continuar a trilhar este
caminho e registo com muito apreço a enorme vontade e a grande capacidade dos
actuais responsáveis pela Direcção Regional de Educação do Norte para, com
conhecimento de causa e sentido de responsabilidade, aplicar na área do
Distrito de Braga as diretrizes das políticas educativas do actual Governo”, conclui Paulo Cunha.
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