segunda-feira, 16 de dezembro de 2013

José Joaquim em entrevista à RVB hoje às 18 horas


O Presidente da Comissão Politica da Secção do PSD de Cabeceiras de Basto vai dar uma entrevista à Rádio Voz de Basto, hoje a partir das 18 horas.
Em destaque estarão as Opções do Plano e Orçamento da Câmara Municipal de Cabeceiras de Basto, votadas na última reunião do executivo municipal.

ouça aqui:
http://www.rvbasto.com/

quinta-feira, 12 de dezembro de 2013

Posição do Partido Social Democrata relativamente às Opções do Plano e Orçamento da Câmara Municipal de Cabeceiras de Basto/2014


O Orçamento e as Opções do Plano são instrumentos de trabalho indispensáveis e basilares na ação de qualquer órgão governativo. Sem a sua existência fica em causa todo o trabalho e projetos de crescimento e desenvolvimento de um Município ou Estado.

Como todos sabemos, vivemos tempos de crise financeira, económica e social, tempos que exigem, da parte dos governantes, respostas globais, sérias, inovadoras, que possam constituir um alento suplementar que a todos auxilie na difícil travessia deste período difícil.

As autarquias são, no nosso entender, órgãos fundamentais ao serviço dos cidadãos pela capacidade de resposta que, um pouco por todo o lado, vêm promovendo, ao longo dos anos, a melhoria da qualidade de vida das populações. Aliás, é nesta premissa que reside a força do poder local democrático consagrado na Lei fundamental portuguesa.

Nesse sentido, as OP e o Orçamento da Câmara Municipal de Cabeceiras de Basto para 2014 deveriam, naturalmente dimensionadas ao Município e à capacidade da autarquia, consubstanciar uma política global de resposta à crise e aos reais problemas que mais afetam e afligem os cabeceirenses. As OP e o Orçamento deveriam ser também, se não na totalidade, pelo menos em parte a resposta para aqueles, particulares ou empresas, que se encontram em situação de maior fragilidade.

O Orçamento da Câmara Municipal de Cabeceiras de Basto para 2014, à semelhança do que sucede na esmagadora maioria dos municípios, será inferior ao de 2013, refletindo as restrições e os constrangimentos da situação que vivemos, quer nos gastos e nos investimentos, sempre decorrente da diminuição efetiva da receita. Contudo, no caso concreto do nosso concelho, o presente e o futuro estão fortemente condicionados pelos investimentos de um passado recente em que, ao longo de cerca de 20 anos, muito embora se tenham construído boas infraestruturas e equipamentos, não foi feito o devido planeamento e hoje, sem que tenham a utilização devida, esses equipamentos assumem custos de exploração e manutenção dificilmente sustentáveis.

As muitas obras feitas e os milhões de euros investidos não nos dotaram da capacidade de gerar riqueza, nem tão pouco foram capazes de projetar e desenvolver suficientemente as potencialidades do concelho ao ponto de melhorar de forma substancial as condições de vida dos cabeceirenses.

Não constitui, pois, surpresa que numa altura de naturais apertos orçamentais sejamos confrontados com um Plano de Atividades que, muito embora preveja intervenções importantes, necessárias e pertinentes, quer no que respeita à continuidade de obras já iniciadas, quer no que se refere a novos investimentos, fica, como consequência das opções tomadas e de todos os condicionalismos antes referidos, aquém daquilo que, do ponto de vista do Partido Social Democrata, seria o desejável e efetivamente necessário para Cabeceiras e para os Cabeceirenses.

Ressalve-se, contudo, o investimento previsto para áreas tão importantes como a ampliação/criação de rede de saneamento básico, o reforço e melhoria das condições de abastecimento de água, a melhoria e o reforço das condições e infraestruturas relacionadas com a recolha dos resíduos sólidos, perspetivando-se tais desideratos como uma aposta na tentativa de melhoria da qualidade de vida dos cabeceirenses.

Saliente-se ainda, como aspeto positivo, as intervenções previstas, embora já há muito reclamadas, ao nível da requalificação e beneficiação de algumas praias fluviais.

No que se refere às taxas de IMI e IRS, fazendo fé na proclamada saúde financeira da autarquia, apesar de reconhecermos a importância do sinal dado com a proposta de redução da taxa do IMI de 0,35 para 0,34, para os prédios urbanos, entendemos que a diminuição poderia e deveria ser mais audaciosa, bem como deveria também ter sido proposta uma redução da taxa de participação no IRS que no concelho de Cabeceiras de Basto continuará na taxa máxima de 5%.      

Ainda no que concerne à cobrança de taxas e licenças municipais é também nossa opinião que a Câmara Municipal, tendo em consideração o atual momento de profundas dificuldades económicas, poderia ter optado, pelo menos, pela não atualização das mesmas, facto que a verificar-se constituiria uma redução pouco significativa na arrecadação de receita para a autarquia mas funcionaria como um sinal claro da efetiva solidariedade do município para com os seus munícipes.

No que respeita à Basto Vida o Partido Social Democrata, em coerência com o que desde o primeiro momento vem defendendo, continua a manter profundas reservas acerca da forma como um conjunto demasiado significativo de competências fundamentais da Câmara Municipal são “transferidas” para esta Régie Cooperativa. Mais difícil ainda se torna compreender a proposta de protocolo a estabelecer entre as duas instituições e no qual se faz referência a um subsídio cujo valor nos parece demasiado elevado para que se proceda à sua atribuição sem que haja uma referenciação rigorosa e exaustiva dos fins a que o mesmo se destina. Não chega, neste caso, ficar-se pela mera indicação das áreas em que esse montante poderá vir a ser utilizado. O mesmo protocolo legitima ainda a atribuição à Basto Vida de outras verbas, eventualmente avultadas, para “investimentos necessários” cujo critério fica inteiramente à mercê de quem decide na instituição.
Ainda relativamente à proposta de Plano de Atividades da Basto Vida é também nosso entendimento que a conjuntura que atualmente vivemos aconselharia a que determinadas atividades, nomeadamente nas áreas do lazer, convívio e celebrações temáticas, fossem suprimidas, a bem da necessária contenção orçamental.
Julgamos, ainda, ser absolutamente pertinente esclarecer, neste ponto, que a atribuição de subsídios nos termos da alínea o) do artigo 33.º da Lei n.º 75/2013, de 12 de setembro, ao abrigo da qual a Câmara Municipal propõe a atribuição de um subsídio no valor de 480.000€ à Régie-Cooperativa Basto Vida, para o seu projeto de construção de uma Unidade de Cuidados Continuados Integrados a Pessoas Dependentes de Média Duração e Reabilitação, particularmente pelo avultado montante em questão, consubstanciará um tratamento preferencial que em nada abona em favor da transparência e da equidade de tratamento que se exige para com as restantes instituições, na eventualidade de em situações semelhantes virem a não ser tratadas de modo idêntico.

Mais continua o PSD a manifestar-se frontalmente contrário à participação da Câmara Municipal na estrutura e na gestão desta instituição. Ainda neste contexto, o PSD continua a não compreender o porquê da necessidade da Câmara Municipal continuar a insistir numa estratégia que consiste na tentativa de uma administração direta dos vários serviços, com particular enfoque na área social e da saúde.

Mais considera o PSD não estar a Câmara Municipal particularmente vocacionada para a prestação desses tipos de serviços pelo que deveria evitar imiscuir-se nesses sectores da forma como o vem fazendo, procurando antes assumir uma postura que, ao invés de concorrencial, fosse a de parceria séria e apoio efetivo às instituições de solidariedade já existentes, com provas dadas e realmente vocacionadas para o efeito e que no presente momento vivem sérias dificuldades que, nos próximos tempos, tenderão certamente a agudizar-se.

Saúda-se, por outro lado, a intenção da Câmara Municipal em estabelecer protocolos com as Juntas de Freguesia, esperando-se, contudo, uma efetiva equidade no tratamento a dar a todas elas. Aliás, a este propósito, consideramos que a Câmara Municipal deverá evoluir no sentido de, progressivamente e dentro dos limites legais, delegar nas Freguesias um conjunto crescente de competências, contribuindo desse modo para dotá-las de uma autonomia cada vez maior, potenciando e privilegiando, assim, a proximidade destas e dos seus responsáveis com as populações que servem e representam.

Salientamos também a intenção da Câmara Municipal em apresentar uma candidatura à UNESCO do Mosteiro de S. Miguel de Refojos a Património Cultural da Humanidade, facto que, a concretizar-se constituirá, para além de um enorme orgulho e reconhecimento do nosso património, uma oportunidade válida para a captação de investimentos e, sobretudo de um tipo particular de turismo que poderá constituir fonte de receita suplementar para o setor da restauração e comércio.

Assim, tendo em consideração a apreciação genérica do documento “Opções do Plano e Orçamento 2014” da Câmara Municipal de Cabeceiras de Basto, e muito embora o Partido Social Democrata tenha sido ouvido no âmbito do n.º 3 do artigo 5.º da Lei n.º 24/98, de 26 de maio (Estatuto do Direito de Oposição), o presente documento não é, de forma alguma, nem o nosso Plano, nem o nosso Orçamento. São muitos os aspetos com os quais não nos identificamos, bem como seriam marcadamente diferentes as estratégias e as opções que tomaríamos.

Apesar disso, atendendo à importância das Opções do Plano e Orçamento como instrumento fundamental para a ação do órgão municipal, entende o Partido Social Democrata dever garantir as condições mínimas, por via da abstenção, para a sua viabilização. Manter-nos-emos, contudo, permanentemente atentos à efetiva execução do plano e orçamento em apreço de forma a, oportunamente, sinalizar e alertar o executivo municipal para a ocorrência de eventuais desvios às propostas agora apresentadas.

quinta-feira, 14 de novembro de 2013

Na hora da transição

Decorrerá no próximo sábado, dia 16 de novembro, entre as 18 e as 22 horas, a eleição dos novos órgãos da Secção do PSD de Cabeceiras de Basto.
Neste momento de cessação de funções da atual Comissão Política de Secção é legítimo e merecedor de um agradecimento a todos os militantes, autarcas, simpatizantes e demais apoiantes que neste mandato ajudaram a CPS a desenvolver a ação política em representação do PSD.
Desde logo, na vitória nas eleições legislativas de 2011, na defesa das medidas difíceis que o PSD se viu obrigado a implementar no Governo (e não esquecemos a questão do encerramento dos Tribunais, o reordenamento do território, os constantes cortes financeiros, de entre outras) e finalmente no apoio às candidaturas que apresentámos aos órgãos autárquicos concelhios.
Foram mais de dois anos de intensa atividade política para a qual foi preciso contar com o apoio de muitos cabeceirenses.
Um agradecimento a todos os dirigentes dos diferentes serviços e entidades que igualmente cooperaram institucionalmente connosco.
Uma palavra final de agradecimento à JSD pelo contributo dado, ao longo deste tempo, em todas as ações políticas desenvolvidas e às demais estruturas distritais ou nacionais que de algum modo contribuíram para a ação desenvolvida, nomeadamente a Comissão Política Distrital, o Secretariado Distrital dos TSD, os Deputados pelo Círculo de Braga, os Secretários Geral do PSD e dos TSD, e o Vice-presidente da CPN Dr. Marco António Costa.
A CPS de Cabeceiras de Basto ao cessar funções agradece a todos o empenhamento e o apoio, desejando que a partir do próximo domingo esse apoio se mantenha, junto dos novos órgãos locais, a quem desejamos o melhor sucesso em defesa de Cabeceiras, dos Cabeceirenses e do PSD.

Cabeceiras de Basto, 14 de Novembro de 2013

Gabinete de Comunicação da Secção do PSD

segunda-feira, 11 de novembro de 2013

CDS/PP denuncia acordo autárquico

Da Comissão Política Concelhia do CDS/PP recebemos a seguinte comunicação.

Nesta data foi entregue pessoalmente ao sr. Presidente da Comissão Política Concelhia do CDS/PP a seguinte resposta.


sexta-feira, 18 de outubro de 2013

PSD é oposição responsável!

PSD é oposição responsável!

O PS convidou o PSD para uma reunião, tendo em vista a governabilidade e a gestão municipal futura dos órgãos autárquicos, face aos resultados das eleições, do passado dia 29 de setembro.
O PSD sempre defendeu o diálogo e a concertação, tal como sempre fez oposição, ao longo dos anos, com responsabilidade e em favor do concelho e dos cabeceirenses.
O atual contexto político exigirá de todos um esforço acrescido de responsabilidade e de empenhamento na procura de consensos e de soluções para os múltiplos problemas com que nos deparamos e que teremos de ultrapassar no futuro.
O PSD assume-se como partido da oposição e consequentemente não fará qualquer coligação com quem quer que seja.
Assumirá a defesa do programa eleitoral que colocou à consideração dos Cabeceirenses e que foi apoiado por quantos hoje se sentem representados pelos seus autarcas eleitos.
De uma forma clara e objetiva, o PSD viabilizará todas as decisões que vão no sentido de cumprir os compromissos propostos.
O PSD está disponível para dialogar e consensualizar posições, numa postura de independência e autonomia, salvaguardando o estatuto do direito de oposição e os interesses da população do nosso município.
O PSD assumirá a responsabilidade de assegurar que, com uma postura responsável, contribuirá para a necessária governabilidade da autarquia, em defesa das Pessoas, dos Cabeceirenses, e para o desenvolvimento do concelho de Cabeceiras de Basto.

Cabeceiras de Basto, 18 de Outubro de 2013

Gabinete de Comunicação da Secção do PSD

domingo, 13 de outubro de 2013

PSD une-se numa solução de futuro!

PSD une-se numa solução de futuro!

Decorreu ontem, dia 11 de outubro de 2013, pelas 21.30h, a reunião da Assembleia de Secção do Partido Social Democrata de Cabeceiras de Basto.
De acordo com a ordem de trabalhos definida pela Mesa do Plenário, procedeu-se à análise da situação política concelhia – eleições autárquicas, a que se seguiu o agendamento da assembleia eleitoral para os órgãos locais do partido, nomeadamente a Mesa do Plenário e a Comissão Política de Secção.
A reunião, que contou com uma significativa afluência de militantes e simpatizantes, possibilitou, dentro de um notável espírito de humildade democrática, a assunção dos resultados eleitorais e a análise serena e detalhada de incidências e circunstâncias que, na ótica de cada um, terão estado na origem e justificam os resultados obtidos.
No início dos trabalhos, o Presidente da Comissão Política de Secção, Prof. Mário leite, comunicou ao plenário que no dia 8 de outubro de 2013 a Comissão Política, ainda em funções, decidiu por unanimidade apresentar a demissão.
Nessa sequência, dando cumprimento ao estabelecido nos Estatutos Nacionais do Partido Social Democrata, foi agendado um plenário eletivo para o próximo dia 16 de novembro de 2013 a fim de eleger os novos órgãos locais do partido.
Ainda neste ponto da ordem de trabalhos o Dr. José Joaquim Teixeira, no uso da palavra, informou o plenário da intenção de se apresentar como candidato a Presidente da Comissão Política de Secção na eleição do próximo dia 16 de novembro.

Cabeceiras de Basto, 12 de Outubro de 2013

Gabinete de Comunicação da Secção do PSD

Pelas Pessoas! Por Cabeceiras!

Pelas Pessoas! Por Cabeceiras!

A Comissão Política de Secção de Cabeceiras de Basto reuniu, no passado dia 8 de Outubro, para analisar a situação política decorrente do ato eleitoral para as autárquicas.
Foi reconhecido que o resultado eleitoral não foi aquele que desejava, nem sequer reflete o trabalho político desenvolvido pelo PSD ao longo de vinte anos de oposição e no decurso deste processo eleitoral.
No respeito democrático pela vontade do eleitorado, regista-se o sinal de mudança, de que resultou a perda da maioria do PS e para o que foi fundamental o contributo do PSD.
O PSD afirmou-se nesta campanha com as seguintes posições:
a)      Defender os interesses das pessoas, sabendo que, num contexto de crise, o mais importante é resolver os problemas das pessoas e das famílias;
b)      Promover a iniciativa da sociedade civil, para a promoção de projetos e a criação de empresas, gerando empregos e riqueza local;
c)       Promover uma gestão autárquica rigorosa, transparente e próxima dos munícipes;
d)      Promover uma cultura democrática participativa, de diálogo e de abertura da Câmara aos munícipes;
e)      Defender os interesses do concelho, acima dos interesses políticos e partidários.
É pois neste quadro de referência que os eleitos do PSD nortearão a sua ação, exercendo o seu mandato na oposição e não efetuando qualquer coligação.
Reconhece-se que os resultados eleitorais exigem um aprofundado diálogo e consensualização de posições, para assegurar a governabilidade nos diferentes órgãos autárquicos, mas isso apenas aumenta a responsabilidade de todos na procura das melhores soluções.
O PSD será fiel ao seu posicionamento de sempre.
Defenderá sempre o que considerar correto e justo.
Criticará e manifestar-se-á contra todas as medidas que vão em sentido contrário.
Com responsabilidade, mas com independência, o PSD cumprirá o seu programa eleitoral, pelas Pessoas e por Cabeceiras!

Cabeceiras de Basto, 11 de Outubro de 2013

Gabinete de Comunicação da Secção do PSD