quinta-feira, 27 de setembro de 2012

O POVO É QUE PAGA!

"O município de Cabeceiras acumula ainda a particularidade de praticar os preços mais elevados do distrito nas áreas do saneamento e dos resíduos.
A fatura de resíduos com que o município cabeceirense confronta os seus munícipes é a oitava mais cara do país, enquanto que, no custo do saneamento, a edilidade cabeceirense pratica o 17.º valor mais alto dos municípios do continente
."

Considerando que o custo médio nacional da água, saneamento e resíduos urbanos é de 19.11 euros, regista-se: "Também muito acima do custo médio nacional está o preço praticado em ... Cabeceiras de Basto (27,30 euros)".

In: Diário do Minho, 27/set/2012, segundo dados da Entidade Reguladora dos Serviços de Águas e Resíduos (ERSAR)

Comentário:
O povo é que paga!
Nós bem dizemos.
Mais uma vez, temos razão!

O PSD tem razão!

A propósito das últimas tomadas de posição do PSD, Mário Leite, esteve na Rádio Voz de Basto, numa entrevista que pode ouvir aqui.

terça-feira, 25 de setembro de 2012

O que esconde a Câmara?


O PSD requereu à Câmara Municipal, através do Presidente da Mesa da Assembleia Muniicpal, o seguinte:
- Cópia das actas das reuniões do executivo;
- Informações sobre a inspecção realizada pela IGAL (Inspecção Geral da Administração Local), realizada no início do ano, e o respectivo relatório que foi elaborado e remetido à Câmara;
- Informação discriminada de todos os movimentos que contribuem para o apuramento do montante de 37,1 milhões de euros de passivo, nas rubricas de acréscimos e diferimentos, assim como informação sobre os motivos que originaram o acréscimo de 25%, no ano de 2011 em relação a 2010, e ainda informação das medidas que estão a ser adotadas, pelo executivo, para controlar e fazer diminuir o valor do passivo.
A Câmara tem vindo a responder de forma evasiva, de modo a não prestar as informações requeridas.
Com tantas cautelas e preocupações em divulgar os documentos que deveriam ser públicos e prestar as informações que são devidas, quer no âmbito das obrigações do funcionamento dos órgãos autárquicos, quer no cumprimento do estatuto da oposição, leva a crer que há algo a esconder.
O PSD exige transparência e respeito pelo direito à informação.
Por isso, os membros da coligação “Pela Nossa Terra”, na Assembleia Municipal apresentaram o requerimento que se publica em anexo.
O PSD propõe-se contribuir para que a Câmara venha a ser menos burocrática, com menor controlo político partidário, mais acessível aos munícipes, mais democrática.

Cabeceiras de Basto, 24 de Setembro de 2012
Gabinete de Comunicação da Secção do PSD

Ex.mo Senhor
Presidente da Assembleia Municipal de
Cabeceiras de Basto

REQUERIMENTO
Nos termos legais, cumpre à Assembleia Municipal, logo a cada um dos seus membros, o direito de “acompanhar e fiscalizar a atividade da Câmara Municipal, dos serviços municipalizados, das fundações e empresas municipais”, conforme prescreve a alínea c), do n.º 1, do art.º 53.º da Lei n.º 5-A/2002.
Nesse sentido, os membros da coligação “Pela Nossa Terra” requereram a V. Ex.ª, nos termos legais e regimentais, em 30 de Abril, cópias das atas das reuniões da Câmara Municipal e informação sobre a inspeção efetuada à autarquia e o respetivo relatório da IGAL.
Do mesmo modo, requereram, em 28 de Junho, informação sobre a Conta de Gerência de 2011, concretamente sobre o passivo acumulado e as medidas para o controlar e fazer diminuir.
Quanto às primeiras, foi-nos remetida uma resposta formal, mas que na prática não forneceu qualquer ata, nem qualquer informação sobre a inspeção realizada à autarquia.
Quanto ao segundo requerimento, volvidos que são mais de dois meses, não há qualquer resposta.
Prescreve a alínea u) do n.º 1, do art.º 68.º da Lei n.º 5-A/2002, que compete ao Presidente da Câmara “responder, no prazo máximo de 15 dias, prorrogável por igual período, desde que fundamentado, aos pedidos de informação veiculados pela mesa da Assembleia Municipal”.
Ora, quanto aos factos registamos:
a)      Não foram cumpridos os prazos, nem houve qualquer fundamentação para o efeito;
b)      Não foram facultadas as cópias das atas;
c)      Não foram prestadas informações sobre a inspeção à autarquia;
d)      Não foi facultada cópia do relatório da inspeção;
e)      Não foram prestadas as informações requeridas sobre o passivo da autarquia.
Enfim, de facto, o Sr. Presidente da Câmara não cumpriu as suas competências.
E V. Ex.ª, enquanto presidente da Assembleia Municipal não assegurou a independência e a autonomia do órgão a que preside, perante o executivo, pondo em causa os direitos dos membros desta Assembleia e os seus direito e dever de fiscalização da ação do executivo municipal.
Ainda mais grave se torna a situação, quando o Sr. Presidente da Câmara afirma que “sendo a Assembleia Municipal pública, a confidencialidade [do mesmo] não fica garantida”, referindo-se à divulgação do relatório da IGAL.
Será que agora os relatórios da IGAL são segredos de Estado?
Não é verdade que os relatórios da IGAL recomendam, até, a sua divulgação junto dos restantes membros do executivo e que dele se dê conhecimento à Assembleia Municipal?
Será que os documentos administrativos, na Câmara Municipal de Cabeceiras de Basto, passaram a ser tratados como informações confidenciais?
E V. Ex.ª, enquanto Presidente da Assembleia Municipal, aceita que tudo isso aconteça sem defender as competências e os direitos do órgão a que preside, numa clara dependência e subserviência ao poder executivo?
Nós, os membros da coligação “Pela Nossa Terra” não o aceitamos!
E por isso, protestamos pela forma como estas questões têm sido geridas e voltamos a requerer a V. Ex.ª se digne providenciar junto do Sr. Presidente da Câmara o seguinte:
1-      Cópia das atas da Câmara Municipal desde o início deste mandato, até à presente data;
2-      Cópia do relatório da IGAL, sobre a inspeção aos serviços da autarquia;
3-      Discriminação individualizada de todos os movimentos que contribuem para o apuramento do montante de 37,1 milhões de euros de passivo, nas rubricas de acréscimos e diferimentos;
4-      Informação sobre os motivos que originaram o acréscimo de 25%, no ano de 2011 em relação a 2010;
5-      Informação de que medidas estão a ser adotadas, pelo executivo, para controlar e fazer diminuir o valor do passivo.
Todos os documentos podem ser facultados em suporte digital para não onerar as despesas municipais.
Cabeceiras de Basto, 19 de Setembro de 2012

sexta-feira, 21 de setembro de 2012

O PSD tem razão!


Nos últimos tempos, o PSD tomou posição sobre três questões que agora é evidente a razão que lhe assistia.
Denunciámos a situação da Emunibasto, enquanto empresa municipal sem qualquer viabilidade e que serve apenas para acrescentar despesa para além daquela que já se efectua na Câmara.
Tanto assim é que o seu funcionamento está a prazo e os funcionários já foram avisados.
O PSD tinha razão!
Denunciámos o início das obras da construção da UCC da Basto Vida sem o devido licenciamento.
Agora que o processo é público, confirma-se que as obras não estavam licenciadas.
O PSD tinha razão!
O PSD questionou a Câmara sobre a situação da obra de ligação entre Lamas à Sobreira. A resposta chegou e vem confirmar que a mesma não se encontra concluída e consequentemente a via deveria estar encerrada ao tráfego.
Nesse caso, impõem as regras que a mesma deva estar fechada ao trânsito e sujeita a um apertado regime de segurança. Contudo, o que se verifica é a sua utilização discricionária e sujeita aos perigos e responsabilidades daí decorrentes, conforme a própria autarquia reconhece.
Só que neste caso, ao contrário do afirmado pela autarquia, a responsabilidade é tanto ou mais da Câmara como da empresa concessionária da obra.
E, mais uma vez, o PSD tinha razão!
Verifica-se, assim, que o PSD tem estado atento e com razão nas críticas que faz, em defesa de Cabeceiras e dos Cabeceirenses.

Cabeceiras de Basto, 20 de Setembro de 2012
Gabinete de Comunicação da Secção do PSD

sexta-feira, 31 de agosto de 2012

Confirma-se!

No passado dia 21 de Julho, denunciámos uma situação que classificamos como "Mais do que tudo é uma pouca vergonha!", relativamente ao licenciamento da obra da Basto Vida, no antigo quartel da GNR.
Após a denúncia, o edital que lá estava foi retirado e só agora lá apareceu o do efectivo licenciamento efectuado pela Câmara Municipal de Cabeceiras de Basto, conforme se pode ver.
Na ocasião demos conta que a Câmara tinha divulgado o início das obras no dia 9 de Julho e questionávamos se as mesmas teriam começado sem a necessária licença.
 O edital afixado veio agora responder.
As obras foram aprovadas por despacho do Sr. Vereador Dr. Jorge Machado, no dia 24 de Julho.
A licença foi emitida em 20 de Agosto, depois de a Câmara Municipal ter isentado a Basto Vida do pagamento das respectivas taxas, na sua reunião do dia 17 de Agosto.
Confirmam-se as nossas suspeitas: a empreitada arrancou sem que as obras estivessem aprovadas e licenciadas.
Tal como referimos "que legitimidade tem a Câmara para pedir aos munícipes para cumprir todas as exigências legais, quando a própria não o cumpre para as obras de instituições privadas em que é accionista?"
E agora que estão confirmadas as irregularidades, será que a Câmara cumpriu os procedimentos regulamentares, nomeadamente a da aplicação das contra-ordenações e das multas correspondentes?
Enfim, isto é gozar com os Cabeceirenses e atirar-lhe areia para os olhos...
Isto, mais do que tudo continua uma pouca vergonha!

quarta-feira, 22 de agosto de 2012

Temos razão!

O PSD quando critica não o faz de ânimo leve.
A melhor forma de o confirmar é verificar que se corrigem os erros criticados.
Assim acontece com a iluminação pública.
Depois de criticarmos o facto de só tardiamente ser ligada, verifica-se que já foi alterada a hora de ligação.
Ainda bem para os Cabeceirenses.
Mais uma vez temos razão!

sexta-feira, 17 de agosto de 2012

Câmara distribuiu apoios

O executivo municipal reuniu hoje, destacando-se a aprovação de vários apoios a colectividades.
Beneficiaram destes apoios:
Associação Desportiva Roladores de Basto -  apoio logístico cujo valor pode ser estimado em 121,82 euros;
Associação Nacional dos Criadores de Gado de Raça Barrosã - apoio financeiro no valor de 250,00 euros;
Desportivo do Arco de Baúlhe - apoio financeiro no valor de 500,00 euros;
Fábrica da Igreja Paroquial de S. Martinho do Arco de Baúlhe - apoio financeiro no valor de 3.750,00 euros e ainda apoio logístico cujo valor pode ser estimado em 309,46 euros;
CEDHRUS – Centro de Desenvolvimento Hermigio Romarigues - apoio logístico (para a “LDA – Feira de Lazer, Desporto e Aventura”) cujo valor pode ser estimado em 160,34 euros e apoio logístico (para a “BASTONOIVOS”) cujo valor pode ser estimado em 230,08 euros;
Junta de Freguesia de Cabeceiras de Basto - apoio logístico cujo valor pode ser estimado em 455,33 euros.
Foi ainda aprovada a isenção de taxas para:

Fábrica da Igreja  Paroquial de Santo André de Riodouro - a isenção das taxas relativas ao processo  de alteração de utilização da edificação sita no lugar de Riodouro; e

Basto Vida – Serviços de Ação Social e Cuidados de Saúde - a isenção das taxas relativas ao licenciamento para construção de uma edificação destinada a Unidade de Cuidados Continuados Integrados a Dependentes de Média Duração
Os Vereadores do PSD votaram favoravelmente todos estes apoios e apresentaram a seguinte declaração de voto quanto à isenção de taxas relativa à Basto Vida.


DECLARAÇÃO DE VOTO
Pedido de Isenção de Taxas – Basto Vida – Serviços de Ação Social e Cuidados de Saúde, CRL

O pedido de Isenção de Taxas, por parte da Basto Vida é devidamente justificado e tem enquadramento legal, enquanto IPSS.
Nos termos regulamentares a Basto Vida pode beneficiar deste direito e neste caso em concreto é por demais justificável.
Daí o nosso voto favorável.
No entanto, qualquer entidade ou munícipe tem igualmente o dever de cumprir as obrigações previstas na lei e nos regulamentos. As regras aplicam-se a todos e todos devem ser tratados de igual modo.
E neste caso, verifica-se que a Basto Vida deu início à obra para a qual requere a isenção de taxas, sem o respectivo licenciamento.
Ora nesta circunstância a Câmara Municipal devia ter adoptado as medidas regulamentares aplicáveis, nomeadamente a da aplicação das contra-ordenações e das multas correspondentes, caso se justificassem.
Atribuir a isenção de taxas a quem prevarica é uma dupla benesse, enquanto muitos outros munícipes são objecto de procedimento diferenciado, em situações similares.
Os Vereadores da coligação “Pela Nossa Terra” reivindicam que a todos sejam aplicados os normativos de igual modo.