Este é o sítio da Secção do PSD de Cabeceiras de Basto, espaço de informação e debate.
segunda-feira, 7 de maio de 2012
Entrevista RVB
Hoje, segunda-feira, dia 7 de Maio, pelas 18Horas, Mário António Jesus Leite, presidente da CPS de Cabeceiras de Basto, estará na Rádio Voz de Basto, em 100,6 FM ou http://rvbasto.com/, para analisar os temas que foram tratados na última reunião da Assembleia Municipal, nomeadamente as Contas da Câmara.
Eleições para os órgãos distritais
Foram eleitos os órgãos distritais do PSD, na passada sexta-feira.
A Comissão Política Distrital continua a ser presidida por Paulo Cunha, enquanto Miguel Macedo continua a liderar a Mesa da Assembleia Distrital.
O nosso conterrâneo e companheiro Manuel António Teixeira integra, como vogal, a nova Comissão Política Distrital.
Foram ainda eleitos os delegados da Secção do Psd Cabeceiras de Basto, à Assembleia Distrital, os companheiros: Custódia Manuela Magalhães, José Joaquim Oliveira Teixeira, Luís Miguel Gonçalves e Hugo Pacheco.
A Comissão Política Distrital continua a ser presidida por Paulo Cunha, enquanto Miguel Macedo continua a liderar a Mesa da Assembleia Distrital.
O nosso conterrâneo e companheiro Manuel António Teixeira integra, como vogal, a nova Comissão Política Distrital.
Foram ainda eleitos os delegados da Secção do Psd Cabeceiras de Basto, à Assembleia Distrital, os companheiros: Custódia Manuela Magalhães, José Joaquim Oliveira Teixeira, Luís Miguel Gonçalves e Hugo Pacheco.
domingo, 6 de maio de 2012
Recolha de lixo é cara e deficiente
Os deputados municipais criticaram a situação que se vive no concelho com a recolha do lixo.
À medida que as taxas de recolha do lixo vão aumentando, os serviços vão diminuindo.
Por todo o concelho há reclamações e a situação, a continuar assim, no verão, constituirá um verdadeiro problema de saúde pública.
Segue a intervenção feita:
À medida que as taxas de recolha do lixo vão aumentando, os serviços vão diminuindo.
Por todo o concelho há reclamações e a situação, a continuar assim, no verão, constituirá um verdadeiro problema de saúde pública.
Segue a intervenção feita:
Ao longo dos últimos tempos, a
Câmara tem vindo a justificar o aumento do custo dos serviços, aquando da
apreciação do regulamento das taxas municipais, com a relação entre o valor das
referidas taxas com o custo real do serviço prestado.
Já questionámos a fórmula como se
apura o custo real do serviço prestado, já que a qualidade e eficiência dos
serviços podem aumentar ou diminuir o respectivo custo, razão pela qual o valor
da taxa pode ser ou não o ajustado.
Porém, como tão bem é sabido e
agora expresso de forma clara nos resultados da Conta de Gerência apresentada,
os Cabeceirenses pagaram, no ano passado, muito mais pelos serviços de que
usufruíram por parte da Câmara.
Nessas circunstâncias está a
recolha de resíduos sólidos.
Registamos que, em 2011, comparativamente
ao ano antecedente, a Câmara recebeu mais 75 mil euros, o que corresponde a um
aumento de 41%, e ainda tem para receber mais 9 mil euros que ficaram por
cobrar.
Ora se os preços se ajustaram ao
serviço prestado, é também a hora de lembrar à Câmara Municipal que tem de
ajustar o serviço às taxas que cobra.
E o que nós hoje vemos é que a
Câmara em vez de melhorar o serviço prestado, bem pelo contrário, o tem vindo a
piorar.
Andando pelo concelho, o que vemos
é os depósitos cheios e a transbordar, é ouvir as reclamações dos Cabeceirenses
quanto ao número de recolhas efectuadas, é até as reclamações que surgem quanto
ao pagamento de recolha de lixo onde não é realizada.
Aceitamos, por princípio, que os
serviços prestados sejam pagos, a um preço justo.
Defendemos o princípio do
utilizador / pagador.
Mas somos absolutamente contra a
espoliação do cidadão, cobrando-lhe caro por um serviço deficiente.
A recolha dos resíduos sólidos é
hoje uma prática que deve assegurar também a saúde pública e uma política
ambiental sustentada.
Ao não ser executada de forma
adequada, constitui também um problema que extravasa a relação comercial de
custo / benefício, que vai para além da qualidade do serviço prestado. É uma
questão de qualidade de vida.
Nos tempos que vivemos, ouvimos
muitas críticas quanto a esta questão.
Exige-se uma rápida e adequada
alteração da recolha de resíduos sólidos, que salvaguarde os Cabeceirenses e
que adeqúe o custo à qualidade do serviço prestado.
Nem se compreende de outro modo,
até porque para a realização desta função a Câmara Municipal aumentou
directamente os seus proveitos.
Ou será que as verbas desta
actividade estão a sustentar outros encargos?
Nesse caso chegaríamos à conclusão
de que as taxas aprovadas foram artificialmente agravadas.
Os Cabeceirenses merecem ser tratados com dignidade.
sábado, 5 de maio de 2012
Como vão as obras...
Os deputados municipais denunciaram a forma como as obras são executadas e a falta de conhecimento das prioridades e execução financeira, as quais põem em causa a segurança rodoviária e contribuem para o isolamento das populações mais afastadas da sede do concelho. Transcreve-se a declaração política feita.
A Câmara Municipal, na execução dos
seus sucessivos planos de actividade, tem vindo a executar as mais diversas
obras no concelho.
Esta Assembleia não tem sido
informada quer quanto às prioridades assumidas, nem quanto à sua
calendarização.
Por isso, não estamos em condições
de conhecer com exactidão se uma obra está ou não a decorrer dentro daquilo que
está planeado e se decorre ou não de acordo com a ordem de prioridade exigida
numa planificação estruturada.
O mesmo acontece quanto à execução
financeira das referidas obras, desconhecendo se as mesmas estão a ser
executadas e a ser pagas ou estão a contribuir para aumentar a dívida e o
passivo.
Vemos porém os resultados e as
consequências.
Ora, vem isto a propósito das obras
de saneamento na EN 311, entre o cruzamento para Cucana e o Pinheiro.
Há meses que as obras estão paradas
e não foi reposto o piso, provocando enorme insegurança e desconforto no
trânsito automóvel, para além da degradação acentuada que isso traz para o
restante pavimento.
Aliás, fruto desta situação, têm
surgido públicas reclamações.
Outra situação semelhante, ocorre
na rotunda de Lamas. Uma obra parada há meses, deixando o trânsito automóvel
numa situação de “montanha russa”, sem condições de segurança e de comodidade.
Não se entende esta situação,
quando pelo meio foi executada outra obra semelhante e que já se encontra numa
fase mais adiantada, que é o caso da rotunda da Cachada.
Mas o mesmo poderíamos dizer da
variante entre Lamas e a Sobreira, uma obra paralisada, mas onde circula
trânsito ainda sem as condições adequadas.
Tratando nós esta questão de vias
de comunicação, não poderíamos também deixar de chamar a atenção para o estado
de conservação da estrada entre a Ponte de Cavez e Gondiães.
Só quem lá não passa é que pode
ignorar o lamentável estado de conservação.
É por isso que a questão das
prioridades se coloca e se demandam explicações.
Quando se fala de interioridade,
não é só entre o litoral e o interior, não é só a relação entre o poder central
e o local, é também o respeito que se exige para com as populações mais
afastadas, que só por isso já são mais prejudicadas, por parte das autarquias
locais.
Será por estas condições e por
outras certamente que as freguesias do nordeste do concelho perderam cerca de
20% da sua população.
Claro que o início das obras na EN
311, entre a vila e Lodeiro de Arque, é de saudar, mas como já afirmámos no
passado e pelo modo como as obras estão a decorrer, parece mais uma obra de
cosmética, um remendo, do que a verdadeira reconstrução que aquela via exige.
Aliás, se este tipo de obra fosse a
solução, não se compreenderia como a Câmara Municipal demorou uma dúzia de anos
a promovê-la.
Assim, vimos alertar esta
Assembleia Municipal e através dela a Câmara Municipal para a necessidade de
uma melhor articulação na calendarização e na sequência das obras em plano,
promovendo-se a conclusão urgente daquelas que estão a por em perigo o trânsito
rodoviário e o acesso condigno aos lugares mais distantes do nosso concelho.
sexta-feira, 4 de maio de 2012
Requerimentos à Câmara
Os deputados do PSD apresentaram, na última reunião da Assembleia Municipal, dois requerimentos à Câmara, através do Presidente da Mesa, requerendo informação quanto à realização da última inspeção efetuada aos serviços da autarquia e o fornecimento das atas das reuniões do executivo, nos termos seguintes:
Tivemos
conhecimento da realização de uma inspecção, por parte da Inspeção Geral da Administração
Local - IGAL, aos serviços da autarquia.
Considerando
que ainda não foi dada qualquer informação sobre o assunto, vimos requerer,
através de V. Ex.ª, ao Sr. Presidente da Câmara Municipal, as seguintes
informações:
1-
Quando se iniciou e terminou o processo inspectivo na
autarquia?
2-
Quais os assuntos que foram objecto do acto
inspectivo?
3-
Qual o resultado desse processo?
4- Mais requeremos que, no caso de já ter sido produzido
o respetivo relatório, nos seja facultada a respetiva cópia.
Ao longo das últimas reuniões da Assembleia Municipal, os deputados não têm recebido a cópia das actas das reuniões da Câmara Municipal.
Incumbe à Assembleia Municipal acompanhar e fiscalizar a acção do executivo e claramente essa função decorre da análise das deliberações tomadas, expressas no documento que legalmente lhe dá suporte, isto é as respectivas actas.
Esperando que esta falta seja apenas um lapso no funcionamento das relações entre a Câmara Municipal e a Assembleia Municipal, venho requerer a V. Ex.ª se digne providenciar na rápida entrega da cópia das actas da Câmara Municipal, desde a data em que o deixou de efectuar.
quinta-feira, 3 de maio de 2012
Análise às contas da Câmara
Os deputados municipais do PSD analisaram a Conta de Gerência da Câmara de 2011 e apresentaram a seguinte declaração de voto na reunião da Assembleia Municipal, do passado dia 30 de Abril.
Declaração de Voto
É absolutamente assumido que a
Conta de Gerência cumpre os requisitos legais e as formalidades contabilísticas
exigidas por lei, mesmo que tenhamos verificado desconformidades em alguns
dados.
Suscitam-nos dúvidas os dados
referentes a acréscimos e diferimentos constantes do passivo da autarquia, que
continua a crescer, sinal inequívoco que se continua a gastar muito mais do que
é possível.
E, obviamente, teremos de começar
por afirmar claramente que, de acordo com os dados expressos, em 2011, a Câmara
Municipal gastou mais do que o que recebeu (a receita total foi de 17.134.107,86 €
e a despesa efetuada foi de 19.757.108,37 €, pelo que um saldo negativo de -2.623.000,51 €, pelo que aumentou
a dívida.
No entanto, são as questões de
ordem política, que advêm das opções tomadas e da forma como é expressa a
referida conta, o que merece o nosso reparo.
Assim, e numa análise mais
específica, anota-se:
a)
Num ano de grande contenção orçamental e
nomeadamente com os cortes nos vencimentos dos funcionários públicos, não se
compreende como aumentou a despesa corrente;
b)
E ao contrário, a despesa de capital tenha tido
uma grande diminuição;
c)
O investimento realizado cifrou-se apenas em
36%;
d)
Não se compreende como a Dívida a Fornecedores
aumentou 154%, estando agora no valor de 2.701.034,04 € (ou pior ainda se for o
valor de 3.946.640,12 € [aumento de 271%], conforme consta do mapa do passivo);
e)
Ainda mais quando, em finais de 2008, a
autarquia assumiu dois empréstimos no âmbito do programa “Pagar a Tempo e Horas”,
no valor de 1.916.667,00 €, com taxas de juro acima dos 5%, e dos quais ainda
está em dívida 1.183.400,60 €;
f)
Continuou-se a gastar muito mais do que o que
seria esperado nas rubricas de serviços. Exemplos: comunicações (127 mil euros,
ou seja 506 €/dia), estudos e pareceres (138 mil euros, ou seja 550 €/dia),
outros trabalhos especializados (244 mil euros, ou seja 972 €/dia), outros
serviços (269 mil euros, ou seja 1.072 €/dia);
g)
Ou seja, por cada dia útil de trabalho, a Câmara
gastou, só nestas rubricas de serviços, isto é despesa corrente, 3.100 €. Nem
precisamos de converter os euros na moeda antiga (620 contos/dia) para ver a
enormidade dos gastos que os Cabeceirenses têm de pagar;
h)
Ainda em outros investimentos não especificados
se gastou 264 mil euros, ou seja 1.052 €/dia.
i)
Conforme adivinhámos, a receita global ficou-se
pela execução de 56,5% da previsão, sendo que a receita de capital só atingiu
os 36,3%;
j)
Também do lado da despesa, mesmo com as
habituais transferências de custos para as empresas municipais, as despesas
correntes atingiram os 87,3% do previsto e a execução das despesas de capital
não ultrapassou os 41,9%;
k)
Analisado o mapa dos indicadores dos últimos
anos, verificámos que em 2011 a Câmara teve o pior desempenho de todos eles,
com exceção da cobrança de receitas, isto porque aumentou os encargos aos Cabeceirenses.
l)
Verifica-se o que sempre afirmámos, só para
algumas Juntas de Freguesia, e sempre do PS, há transferência de verbas no
âmbito de protocolos de cooperação (Outeiro, Cavez, Vilar de Cunhas e Passos);
m)
Tal como se mantém a verificação de apoios
discricionários e não sustentados na realidade, com a atribuição de apoios a
algumas entidades;
n)
Os encargos com as funções sociais atingiram o
valor de 299 mil euros, apenas 67,1% do valor orçamentado, enquanto nas funções
económicas, na área do turismo, não foi investido nem um único cêntimo;
o)
E para terminar, analisemos o mapa do passivo da
autarquia. Regista o seguinte e passamos a citar: “O total do passivo aumentou 7,4
milhões de euros, ou seja mais 25% em relação a 2010, ascendendo a 37,1 milhões
de euros” – fim de citação. Depois esclarece, e voltamos a citar, “Contribuíram
para o aumento do valor do passivo, as dívidas de curto prazo e os acréscimos e
diferimentos”. Parece evidente que a opinião dos Senhores Vereadores do
PS, expressa na declaração de voto apresentada, e provavelmente dos Senhores
Deputados Municipais da bancada socialista, não diz respeito a esta Conta de
Gerência, mas tão só a uma ficção com que querem enganar os Cabeceirenses. O
passivo aumentou. A dívida aumentou.
Por isso, não podíamos votar a
favor desta Conta de Gerência e temos de manifestar a nossa evidente oposição
às medidas políticas que levaram aos resultados aqui expressos.
Ficou claro, como já tínhamos preanunciado
que a Câmara Municipal continua a gastar muito mais do que o que pode e
sobrecarrega os Cabeceirenses com mais taxas e impostos, conforme se verifica nos
valores arrecadados com: derrama (+62%), resíduos sólidos (+54%), taxas (+17%),
imposto de circulação (+10%), e água (+6%).
Não podemos também deixar de
anotar as reservas expressas pelo auditor das contas consolidadas da autarquia,
que refere e passamos a citar:
“Na sequência do que temos
expressado nas certificações legais das contas relativas aos exercícios
anteriores, registamos que persistem limitações das demonstrações financeiras
do Município e correspondentes divulgações, sendo de destacar o seguinte:
7. Não foi possível validar com
segurança que a contabilidade reflita a integralidade do ativo imobilizado do
Município, destacando-se o não reconhecimento do edifício sede, com eventuais
efeitos em termos de cômputo das amortizações.
8. Em resultado do cruzamento com
as respostas externas obtidas e da análise de situações pendentes de
contencioso, a par de casos de inadequada calendarização das fases de
contratação e realização de despesa, existem dúvidas quanto ao reconhecimento
integral dos saldos credores de terceiros, e quanto aos respetivos efeitos na
demonstração de resultados e balanço.
9. Não foi possível validar
integralmente os saldos e a correlativa imputação a proveitos do exercício e de
exercícios anteriores, relativos à rubrica de subsídios ao investimento.”
– fim de citação.
Ora se até o auditor tem estas
dúvidas e reservas, quando conhece muito melhor do que nós os elementos em que
assenta a presente Conta de Gerência, é absolutamente seguro que nós tenhamos
ainda menos certezas e muitas mais preocupações.
É pois perante esta orientação e
prática políticas que estamos em desacordo e que entendemos exigir uma rápida e
eficaz alteração, para a regularização financeira do município e para que os
Cabeceirenses não venham no futuro a ser chamados a pagar ainda mais caro por
estas medidas erradas e pelos resultados de uma gestão financeira desastrosa
para Cabeceiras e para as suas gentes.
Pelo que os membros eleitos pela
coligação “Pela Nossa Terra” votam contra.
terça-feira, 1 de maio de 2012
PSD denunciou CÂMARA AUMENTOU O PASSIVO
Os deputados
do PSD na Assembleia Municipal de Cabeceiras de Basto denunciaram ontem o
agravamento da situação financeira do município, aquando da análise da Conta de
Gerência de 2011.
Conforme se
pode ler naquele documento, e cita-se: “O total do passivo aumentou 7,4 milhões de
euros, ou seja mais 25% em relação a 2010, ascendendo a 37,1 milhões de euros”.
“Contribuíram
para o aumento do valor do passivo, as dívidas de curto prazo e os acréscimos e
diferimentos”.
Como igualmente contribuiu para o
agravamento da situação o facto de a autarquia ter gasto mais (19.757.108,37 €)
do que a receita gerada (17.134.107,86 €).
Só se pode
concluir que o passivo aumentou.
Assim, a
dívida aumentou.
Querer
afirmar o contrário, é tão só uma ficção com que se quer enganar os
Cabeceirenses.
Na mesma
reunião, foram apresentados dois requerimentos, um a solicitar as atas da
reunião da Câmara e outro a questionar o executivo sobre o decurso da última
inspeção efetuada pela IGAL aos serviços da autarquia.
Foram ainda
efetuadas duas intervenções políticas denunciando o estado das obras em
execução pela edilidade, nomeadamente na EN 311, na rotunda de Lamas, na
variante de Lamas à Sobreira, e quanto ao estado da estrada entre a Ponte de
Cavez e Gondiães; e denunciando a forma como está a ser efetuada a recolha do
lixo, em todo o concelho, com a diminuição desta, numa altura em que a Câmara
recebeu mais 75 mil euros, durante o ano de 2011, só pela prestação deste
serviço.
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