Na última reunião da Câmara Municipal foi aprovada pela maioria socialista o aumento de taxas em valores tão significativos, que os vereadores do PSD votaram contra e apresentaram a seguinte declaração de voto:
"Exceptuando
as taxas a eliminar e os aumentos globais de 3,26% em linha com a inflação, todas
as propostas restantes variam em aumentos compreendidos entre cerca de 184% e
546%."
Este é o sítio da Secção do PSD de Cabeceiras de Basto, espaço de informação e debate.
segunda-feira, 19 de dezembro de 2011
sábado, 17 de dezembro de 2011
Observatório do Emprego
Decorreu na tarde de sexta-feira a reunião do Observatório do Emprego da Distrital do PSD com empresários do concelho.
Foi uma sessão de trabalho, onde se pôde analisar as condições do desenvolvimento económico do nosso concelho e se reflectiu sobre as condicionantes que têm impedido um maior incremento empresarial.
Os níveis de desemprego existentes exigem uma profunda reflexão e uma nova estratégia, que passe por maior liberdade para a iniciativa privada, menor burocracia, menor interferência do poder local, maior apoio das estruturas descentralizadas do Estado.
Numa época em que não se prevêem grandes projectos empresariais, devido à conjuntura económica, é preciso apostar nas potencialidades locais, nas pequenas e micro empresas familiares, nas áreas dos produtos locais.
Esta aposta promoverá o empreendedorismo e criará novos empregos, ajudando o concelho a resolver os seus próprios problemas.
De outro modo, continuaremos a caminhar no sentido do aumento da dependência, do desemprego, da ilusão.
O PSD está a promover a mudança, a preparar o futuro.
Está na hora de uma nova visão para o concelho, de um novo projecto.
Com esta acção encerrou-se o plano de actividades do Psd Cabeceiras de Basto para o ano de 2011, que foi cumprindo na íntegra.
Foi uma sessão de trabalho, onde se pôde analisar as condições do desenvolvimento económico do nosso concelho e se reflectiu sobre as condicionantes que têm impedido um maior incremento empresarial.
Os níveis de desemprego existentes exigem uma profunda reflexão e uma nova estratégia, que passe por maior liberdade para a iniciativa privada, menor burocracia, menor interferência do poder local, maior apoio das estruturas descentralizadas do Estado.
Numa época em que não se prevêem grandes projectos empresariais, devido à conjuntura económica, é preciso apostar nas potencialidades locais, nas pequenas e micro empresas familiares, nas áreas dos produtos locais.
Esta aposta promoverá o empreendedorismo e criará novos empregos, ajudando o concelho a resolver os seus próprios problemas.
De outro modo, continuaremos a caminhar no sentido do aumento da dependência, do desemprego, da ilusão.
O PSD está a promover a mudança, a preparar o futuro.
Está na hora de uma nova visão para o concelho, de um novo projecto.
Com esta acção encerrou-se o plano de actividades do Psd Cabeceiras de Basto para o ano de 2011, que foi cumprindo na íntegra.
segunda-feira, 12 de dezembro de 2011
ER 311, os remendos continuam...
Em seguimento da posição assumida quanto ao processo de requalificação da ER 311, que aqui publicamos na passada semana, o Presidente da CPS, Prof. Mário Leite, esteve hoje na Rádio Voz de Basto.
Pode ouvir aqui as suas declarações.
Pode ouvir aqui as suas declarações.
PSD exerce direito de oposição
O PSD de Cabeceiras de Basto foi hoje ouvido, nos termos da lei do Direito de Oposição, numa reunião presidida pelo Vice-presidente da Câmara Municipal, Dr. Jorge Machado, com a presença do Vereador Francisco Pereira e ainda de Fátima Martins e Irene Fontes. Registou-se a ausência do Presidente da Câmara nesta reunião.
Pelo PSD esteve Mário Leite, presidente da CPS.
No dia do agendamento da apreciação das Grandes Opções do Plano e do Orçamento para 2012, a submeter à reunião da Câmara, da próxima quinta-feira, foi dado conhecimento das linhas gerais do documento a apresentar.
O PSD apresentou também um conjunto de medidas que considera importantes para o Plano e o Orçamento, que aqui se reproduzem:
"Nos termos da Lei n.º 24/98, de 26 de Maio, V. Ex.ª convidou o PSD a pronunciar-se, sobre as propostas das Grandes Opções do Plano (GOP) e do Orçamento para o ano de 2012.
Não obstante desconhecermos os estudos prévios em que assenta a elaboração dos documentos em causa, agora dados a conhecer de forma geral e sucinta, o PSD não deixa de expressar a sua opinião, que queremos construtiva em defesa dos interesses dos cabeceirenses.
Ainda mais, quando consideramos que Portugal vive um momento particularmente difícil, o que condiciona também as opções que ao nível de cada autarquia têm de ser tomadas.
De qualquer forma, e porque a responsabilidade política assim o exige, apresentamos as sugestões que entendemos como essenciais nas GOP e no Orçamento para o próximo ano, permitindo assim o nosso voto favorável:
§ As GOP devem ser um documento claro e preciso, e não um enumerado de intenções ou uma mera listagem das obras necessárias;
§ As GOP devem definir os objetivos a alcançar em cada uma das áreas de atuação, estabelecendo critérios e compromissos que evitem uma execução ao ritmo das circunstâncias e de interesses pontuais;
§ Em termos de prioridades, entendemos dever ser tido em consideração: 1.ª – a satisfação das necessidades básicas (água e saneamento); 2.ª – apoio social; 3.ª - a educação; 4.ª – uma política para a juventude e o emprego; e 5.ª – a conservação, a manutenção e a valorização dos patrimónios naturais e edificados do concelho como uma aposta no turismo;
§ As GOP e o Orçamento devem refletir com realismo e correção a situação financeira do município, evitando a sobrevalorização das receitas e a subvalorização da despesa;
§ O Orçamento deve ser transparente e rigoroso, assumindo as efetivas dívidas ou encargos de anos anteriores;
§ As GOP e o Orçamento deverão explicitar claramente as obras, as atividades, os seus custos e os encargos futuros, havendo uma sintonia entre os dois documentos, transmitindo a todos, e particularmente aos munícipes, clareza e objetividade nos atos previsionais da autarquia;
§ As GOP e o Orçamento devem-se pautar pela diminuição da despesa, pela diminuição dos custos na aquisição de bens e serviços, pela contenção na área do investimento, e por um plano de controlo e redução da dívida existente, o que deve ser acompanhado da redução de custos para os munícipes;
§ Nesse sentido e como forma de gerar um clima de atração de pessoas, empresas e investimento para o concelho, as GOP e o Orçamento devem prever incentivos e a diminuição de impostos, de taxas e licenças para a instalação de empresas;
§ As GOP e o Orçamento devem, ainda, estabelecer um programa para o pagamento de dívidas a fornecedores, como medida essencial para uma gestão rigorosa e equilibrada, como também para garantir o bom-nome da Câmara Municipal e do concelho;
§ As GOP e o Orçamento devem prever a elaboração de um Plano de Desenvolvimento Integrado e Sustentado para o concelho, perspetivando as linhas essenciais para o desenvolvimento sustentado do concelho a médio prazo;
§ As GOP e o Orçamento devem prever um plano global de delegação de competências nas Juntas de Freguesia, acompanhada da respetiva transferência financeira;
§ As GOP e o Orçamento devem definir as políticas para a Juventude e para o Associativismo, o que, neste caso, deverá passar pela criação de um contrato-programa regulador de direitos, deveres, apoios e incentivos;
§ As GOP e o Orçamento devem prever um plano para a organização dos serviços e da gestão municipal, potenciadores de uma ação mais aberta e participada, mais democrática, mais transparente, mais rigorosa e menos onerosa para os cabeceirenses.
Por fim e senão um dos pontos mais relevantes, as GOP e o Orçamento devem prever as regras de um amplo e participado debate sobre a Reforma da Administração Local, a sua implementação, bem como a reestruturação do Setor Empresarial Local.
Sabemos que o ano de 2012 será crucial para esta Reforma da Administração Local, a qual determinará as próximas gerações.
Uma Reforma desta envergadura terá de ser assumida pelos diferentes órgãos autárquicos, mas terá também de contar com a opinião esclarecida dos munícipes.
A responsabilidade pelo êxito deste desiderato cabe em primeira mão aqueles que governam a autarquia.
Porém, nós não nos alhearemos desse processo e estaremos disponíveis para nele participar e contribuir.
Se os documentos que vierem a ser apresentados, ao Executivo e à Assembleia Municipal, contemplarem de forma objetiva as questões enunciadas, o PSD considerará estarem reunidas as condições para fazer face à situação do município, pelo que não deixará, nos órgãos municipais, de promover a sua aprovação."
Depois de ser conhecida a versão final dos documentos, o PSD tomará posição quanto a eles.
quarta-feira, 7 de dezembro de 2011
ER 311, continuam os remendos!
O processo de reabilitação da ER
311, entre a sede do concelho e Lodeiro d’Arque, é um verdadeiro romance.
Tem partes que constituem a verdade
e outras que são de verdadeira ficção.
Para os utentes, milhares de Cabeceirenses
e não só, que a usam, é antes um filme de terror.
Comecemos pelo princípio, a Câmara
Municipal abriu concurso para efetuar a recuperação daquela via, em Junho de
1996, sendo financiada pelas Estradas de Portugal. Contudo, e desde logo,
começaram as trapalhadas.
De entre outras ficou célebre a
atribuição de uma viatura de gama alta à Câmara, por parte do empreiteiro da
obra. Depois, finalizada a obra, todos verificámos que faltavam valetas,
aquedutos, o piso não era conforme o esperado, enfim a ER 311 ficou no estado
em que está há já uma dúzia de anos.
Contudo, mesmo depois de um longo
processo entre a Câmara e o empreiteiro, não foram apuradas as
responsabilidades nem o assumir dos encargos pela correção do trabalho executado.
Foi o projeto mal executado? Foi a obra mal fiscalizada? Não foram ativadas as
garantias bancárias, prevista por Lei, ao empreiteiro? Ou pagam os munícipes?
Onde estão os responsáveis?
No recente mês de agosto, a Câmara
deliberou abrir um concurso internacional para a empreitada de requalificação
daquela estrada, o que bem se torna necessário.
Para enorme espanto, na reunião do
passado dia 17 de Novembro, três meses volvidos, os mesmos que propuseram e
aprovaram a abertura daquele concurso vieram agora anulá-lo, com o argumento
que não foi possível obter o financiamento dos fundos comunitários, que estavam
à espera.
À boa maneira portuguesa, começaram
a casa pelo telhado, construíram o castelo numa duna de areia. Pensa-se gastar
cerca de cinco milhões de euros e não há o financiamento assegurado. Onde está
o planeamento camarário, para evitar gastos supérfluos e extraordinários?
Em contrapartida vêm agora
reconhecer que “é urgente uma intervenção em toda a extensão da ER 311” e se
sugere que “algumas obras, tais como, a drenagem de águas pluviais, a limpeza e a
construção de novos aquedutos, bem como, alguns alargamentos sejam executados
por administração directa, através das brigadas municipais”. No futuro
haverá novo concurso para as demais obras e para a repavimentação. Quando for
aberto novo concurso público o que vai acontecer às obras entretanto
realizadas? Se as brigadas municipais estão disponíveis para executar este
trabalho, porque não o realizam na totalidade, mesmo que por fases?
O PSD sempre chamou a atenção para
este processo. Desde a primeira hora que denunciou a forma como a obra decorreu
e o resultado no final da empreitada.
Nestes 12 anos, milhares de viaturas e de pessoas tiveram de percorrer
aqueles quilómetros em péssimas condições de segurança e de comodidade.
Como se costuma ouvir, todos sabem
quando se entra nos limites do concelho: a ER 311 dá sinal.
Agora caberá aos Cabeceirenses pagar as reparações e continuar a esperar
por melhores dias para ver retificado o piso.
Até lá, continuaremos com a ER 311 aos remendos!
Cabeceiras de Basto, 6 de Dezembro
de 2011
A Comissão Política de Secção do
PSD
quinta-feira, 1 de dezembro de 2011
Faleceu o Eng.º Oliveira Martins
In: site da Ordem dos Engenheiros
Faleceu ontem o Eng.º João Maria Leitão Oliveira Martins,
tendo-se realizado hoje as cerimónias fúnebres em Esposende, sua terra natal.
O Eng.º Oliveira Martins é também um nosso conterrâneo, por
casamento com D. Maria Amélia Leite de Castro Fraga.
O Eng.º Oliveira Martins foi Deputado do PSD, pelos círculos
de Viana do Castelo e de Braga, e Ministro das Obras Públicas, Transportes e
Comunicações, entre 1985 e 1990, nos Governos liderados por Cavaco Silva.
Nesse período, apoiou as pretensões do município de
Cabeceiras de Basto para a abertura do novo traçado da EN 311 entre a vila e o
lugar de Fojos, junto ao Penedo da Palha, e a retificação e repavimentação da
EN 205, entre Refojos de Basto e Arco de Baúlhe, melhorando de forma significativa as acessibilidades no concelho e promovendo duas obras de vulto que ainda hoje, mais de vinte anos depois, são vitais para a circulação rodoviária.
Por esse motivo, o concelho de Cabeceiras de Basto
agraciou-o com a Medalha de Ouro e promoveu-lhe uma justa
homenagem.
Nesta hora difícil para toda a Família, não podemos deixar
de lhe exprimir as mais sentidas condolências e lembrar quanto respeitamos o
exemplo de vida que o Eng.º Oliveira Martins a todos legou.
Paz à sua Alma!
O DIÁLOGO SOCIAL É A SOLUÇÃO PERANTE OS DESAFIOS DE PORTUGAL DO PRESENTE E DO FUTURO
APÓS A GREVE GERAL
O DIÁLOGO SOCIAL É A SOLUÇÃO PERANTE OS DESAFIOS DE PORTUGAL DO PRESENTE E DO FUTURO
Os Trabalhadores Social Democratas (TSD), reunidos no seu Conselho Nacional, em Lisboa, a 26 de Novembro de 2011, analisando a situação política, económica e social emitem o seguinte comunicado:
Decorreu no passado dia 24 de Novembro uma Greve Geral convocada pelas duas centrais sindicais. Independentemente de habituais “guerras de números” em torno de percentagens de adesão importa sublinhar que a greve é um direito constitucionalmente reconhecido e próprio de um Estado de Direito como aquele em que vivemos. Nesse sentido, a paralisação do dia 24 de Novembro, deve ser entendida com perfeita normalidade democrática.
A situação particularmente complicada em que Portugal e a Europa se encontram exige medidas difíceis e corajosas que implicam sacrifícios, têm custos sociais e geram, naturalmente, descontentamento. Assim sendo, os TSD entendem que as greves e outras iniciativas sindicais são uma forma legítima de expressão de um sentimento colectivo e desse modo saúdam o facto da Greve Geral ter decorrido de modo ordeiro e organizado na esteira, aliás, de práticas anteriores.
Os TSD entendem que os portugueses, em geral, têm plena consciência da gravidade da situação financeira e económica em que nos encontramos por via da ruinosa gestão socialista da coisa pública mas que, em paralelo, deve ser o enquadramento sindical a dar corpo aos eventuais descontentamentos.
Decorrida que foi a Greve Geral, cabe ao Governo, em simultâneo com a prossecução do seu programa e das reformas indispensáveis a melhorar o desempenho económico do país, criar as melhores condições para o diálogo institucional ao nível da concertação social e da negociação colectiva.
Os TSD estão assim esperançados que o clima de diálogo prevalecerá tendo em consideração que os desafios do presente e do futuro implicam a convergência dos esforços de todos. Nesse sentido, incitam os parceiros sociais a criarem sólidas bases de entendimento profícuo para que, em nome de Portugal, possamos superar colectivamente esses mesmos desafios.
Por último, os TSD repudiam os incidentes que tiveram lugar frente à Assembleia da República e que são da responsabilidade de pessoas que não aceitam o jogo democrático e institucional e que procuram apenas criar as condições para que se possa instalar entre nós um clima anárquico contrário aos interesses de Portugal e dos portugueses.
Os TSD não podem deixar, igualmente, de saudar a actuação profissional e proporcional das forças de segurança que, salvaguardando a ordem pública, actuaram sem excessos e claramente dentro dos limites impostos pela legalidade e o bom senso.
A todos os que procuram tentar criar em Portugal cenários semelhantes aos que se viveram e vivem em outros países, em que se atropelam as leis e se tentam instalar climas de insurreição, importará transmitir a mensagem serena mas firme de que os portugueses são amantes da urbanidade, que sabem que os problemas se resolvem dentro dos limites da legalidade e em termos institucionais e que, acima de tudo, repudiam quaisquer tentativas de tumulto e de alteração da ordem pública.
Lisboa, 26 de Novembro de 2011
Conselho Nacional dos TSD
O DIÁLOGO SOCIAL É A SOLUÇÃO PERANTE OS DESAFIOS DE PORTUGAL DO PRESENTE E DO FUTURO
Os Trabalhadores Social Democratas (TSD), reunidos no seu Conselho Nacional, em Lisboa, a 26 de Novembro de 2011, analisando a situação política, económica e social emitem o seguinte comunicado:
Decorreu no passado dia 24 de Novembro uma Greve Geral convocada pelas duas centrais sindicais. Independentemente de habituais “guerras de números” em torno de percentagens de adesão importa sublinhar que a greve é um direito constitucionalmente reconhecido e próprio de um Estado de Direito como aquele em que vivemos. Nesse sentido, a paralisação do dia 24 de Novembro, deve ser entendida com perfeita normalidade democrática.
A situação particularmente complicada em que Portugal e a Europa se encontram exige medidas difíceis e corajosas que implicam sacrifícios, têm custos sociais e geram, naturalmente, descontentamento. Assim sendo, os TSD entendem que as greves e outras iniciativas sindicais são uma forma legítima de expressão de um sentimento colectivo e desse modo saúdam o facto da Greve Geral ter decorrido de modo ordeiro e organizado na esteira, aliás, de práticas anteriores.
Os TSD entendem que os portugueses, em geral, têm plena consciência da gravidade da situação financeira e económica em que nos encontramos por via da ruinosa gestão socialista da coisa pública mas que, em paralelo, deve ser o enquadramento sindical a dar corpo aos eventuais descontentamentos.
Decorrida que foi a Greve Geral, cabe ao Governo, em simultâneo com a prossecução do seu programa e das reformas indispensáveis a melhorar o desempenho económico do país, criar as melhores condições para o diálogo institucional ao nível da concertação social e da negociação colectiva.
Os TSD estão assim esperançados que o clima de diálogo prevalecerá tendo em consideração que os desafios do presente e do futuro implicam a convergência dos esforços de todos. Nesse sentido, incitam os parceiros sociais a criarem sólidas bases de entendimento profícuo para que, em nome de Portugal, possamos superar colectivamente esses mesmos desafios.
Por último, os TSD repudiam os incidentes que tiveram lugar frente à Assembleia da República e que são da responsabilidade de pessoas que não aceitam o jogo democrático e institucional e que procuram apenas criar as condições para que se possa instalar entre nós um clima anárquico contrário aos interesses de Portugal e dos portugueses.
Os TSD não podem deixar, igualmente, de saudar a actuação profissional e proporcional das forças de segurança que, salvaguardando a ordem pública, actuaram sem excessos e claramente dentro dos limites impostos pela legalidade e o bom senso.
A todos os que procuram tentar criar em Portugal cenários semelhantes aos que se viveram e vivem em outros países, em que se atropelam as leis e se tentam instalar climas de insurreição, importará transmitir a mensagem serena mas firme de que os portugueses são amantes da urbanidade, que sabem que os problemas se resolvem dentro dos limites da legalidade e em termos institucionais e que, acima de tudo, repudiam quaisquer tentativas de tumulto e de alteração da ordem pública.
Lisboa, 26 de Novembro de 2011
Conselho Nacional dos TSD
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